Abas

domingo, 11 de maio de 2014

Dia das Mães

Carta de um Excepcional para sua Mãe




Mamãe




Num momento de felicidade
Recobrei a consciência
e por alguns instantes libertei-me do corpo


Livre dos embaraços físicos, pedi a Deus
a oportunidade de comunicar-me com você


Sei o quanto sofre ao ver-me no corpo excepcional
onde me abrigo como filho do teu coração
por isso quis falar-lhe:


Saiba mãezinha querida, antes de receber-me
carinhosamente em seu ventre, eu era um náufrago
nos mares espirituais do sofrimento,
foi você a praia que me acolheu
devolvendo-me a segurança.


Não pense que se eu tivesse morrido ao nascer
teria sido melhor para nós dois, é um engano cruel,
pois o que mais importa para mim é viver,
o seu amoré a força que pode prolongar-me a vida.


O corpo disforme que que hoje sustenta-me avida,
representa para mim um tesouro de bênçãos
onde reeduco o meu espírito aprendendo
a valorizar a vida que tantas vezes desprezei.


Sei que sofres por eu não poder
dar-lhe as alegrias de uma criança sadia,
porém conforta-me saber
que para as mães como você,
Deus reservas alegrias celestiais.


Ser mãe é missão natural das mulheres.


Ser mãe de alguém como eu é missão que
Deus só entrega a mulheres especiais como você.


Vou retornar ao corpo, assim como uma ave
que retorna ao ninho onde se abriga das tempestades,
mas antes rogo a Deus que lhe abençoe,
colocando nesta rogativa a força da gratidão
de um filho que teve a felicidade
de ter um anjo como mãe.




(texto de Regina Castelo, mãe dedicada de Camila, que é uma menina muito amada)
Transcrito de www.reflexodevida.com.br





quinta-feira, 1 de maio de 2014

Dia do Trabalho

Dia 1o. de maio é um dia para descansar, mas também para meditarmos sobre o trabalho e nosso comprometimento com ele.


Afinal, segundo os Espíritos esclareceram em O Livro dos Espíritos, o trabalho é uma lei natural e dele dependemos não somente para a provisão de nossas necessidades materiais, como também para o nosso progresso espiritual.


Esta semana, encontramos uma psicografia atribuída a Henry Ford, pelo médium José Jacinto de Alcântara. Como o carta esclarece muito sobre o trabalho e empreendedorismo de Henry Ford, e com  belo fundo moral, transcrevemos abaixo o texto:




HENRY FORD, DO ALÉM, RECORDA SUA VIDA


Fonte: Wikipédia


Caríssimos amigos brasileiros:

Elevo o pensamento ao Supremo Árbitro dos Mundos, rogando Luz sobre todos nós, a fim de que sejamos dignos das bênçãos recebidas.

Quando da vossa penúltima reunião, pedi a palavra e me apresentei para conversar convosco, trazendo alguns subsídios aos vossos estudos sobre o capítulo evangélico em pauta, versando sobre a “utilidade providencial da riqueza”. Naquela noite, dado o adiantamento da hora, não tive condições de me expender o meu pensamento com mais desenvoltura sobre o momentoso assunto. Assim, caríssimos irmãos em Cristo, quando for lida esta mensagem, não tereis a menor dúvida sobre a identidade do espírito que vos fala.

Filho único de William Ford e Mary Litigot, fazendeiros, nasci segundo as leis biológicas, para a issão que todos vós conheceis, a 30.06.1963, em Greenfield, na cidade Dearbom, no Estado de Michigan. Estados unidos da América do Norte. Era noite. Meu nascimento foi assim, à luz da velha candeia

Aos 13 anos, em 1876, dando expansão à minha irreprimível vocação para a mecânica, pedi e ganhei de presente uma oficina mecânica de brinquedo. Entretinha-me no trabalho, para mim muito agradável, de montar e desmontar relógios. Não é preciso dizer que sempre-ou quase sempre- sobravam peças. Em 1879, com 16 anos, matriculei-me numa escola de mecânica, diplomando-me três anos após, com “distinção e louvor”.

Habilitado assim para o trabalho, empreguei-me em 1882 nas oficinas Westinghouse Co. , organização que se dedicava a consertos e reposições de peças locomoveis.

Em 1885 deixei a minha terra natal, indo para Detroit. Ali me fiz empregado da firma Eagle Iron Works, onde vim a conhecer o motor de explosão a gasolina, de onde fiz vários modelos. Em 1894 fabricava sozinho o meu primeiro automóvel, que eu mesmo denominei de “calhambeque”.

Em 1895, a convite de meu amigo John Wilde, fui admitido engenheiro-chefe da Detroit Edson Company, empresa que se dedicava  à iluminação, fundada e dirigida pelo gênio luminoso das invenções, aquele que mais tarde se tornaria meu dedicado amigo – Thomas Alva Edson, dezesseis anos mais velho que eu, o grande inventor, com a sua experiência, muito me ajudou. Não obstante a confiança em mim depositada por Edson, deixei a sua empresa. É que não pretendia  produzir nada daquilo que constava dos seus planos – grandiosos planos, diga-se de passagem.  Meu  objetivo era outro.

Livre dos compromissos, voltei a me interessar pelo automóvel, minha ideia fixa desde que vira um locomóvel na estrada que dava acesso à nossa fazenda em Dearbom. Nessas condições, em 1896, conseguimos construir um modelo mais veloz. Não era, ainda, o modelo ideal.


Locomóvel: máquina a vapor sobre rodas. fonte: Wikipédia

Esqueci-me de dizer que me casei em 1888 com Clara Briand, minha alma gêmea, aquela que seria a minha companheira inseparável durante quase sessenta anos. Tivemos um único filho, Edsel. Em 1903, no alvorecer  do século, depois da experiência malograda da Detroit Automobile Co., fundamos a Ford  Motor Co. Fabricamos no ano de sua fundação, dois carros de corrida, 80 cavalos.

Foram nossos colaboradores Thomas Cooper, James Couzens e Charles E.Sorensen, Batizados de “Flecha” e “999”, ganharam corridas. Em 1908 já fabricávamos 100 veículos por ano, produção essa que atingiria mais tarde, em 1920,a 1.250.000 carros por  ano! Em 1909 lançávamos o modelo T (definitivo), de que vendemos 10.647 carros. Nesse ano sofremos terrível perseguição por parte de nossos concorrentes. Perdemos uma batalha judicial na 1ª. Instância e ganhamos a “guerra” na última instância; vitória, aliás, de que nunca dividamos. Era a vitória da justiça, o veredito da Suprema Corte do meu País!

Linha de montagem da Ford. Fonte: Wikipédia

Em 1913, consolidada a firma, iniciamos a fabricação em série ou em massa, de que a Ford é pioneira no mundo.

Em 1916, fomos tomados por sérias preocupações Em 1916 fomos tomados por sérias preocupações. Em consequência  do assassinato do arquiduque Francisco Fernando, herdeiro do trono austro-húngaro, a Alemanha resolve declarar guerra à França e à Rússia. Instados  por Madame Rozika, da nobreza húngara, fretamos um navio que, desfrutando uma bandeira branca, símbolo da paz, nos levou à Europa. Visitamos assim, todos os generais e estadistas dos países beligerantes, buscando dialogar diplomáticamente com todas as autoridades européias, no sentido do imediato restabelecimento da Paz.

Buscávamos um acordo honroso. Apesar de nossa boa vontade e humanismo, sentimentos ditados por nosso espírito pacifista por índole, nada conseguimos. E o “navio da Paz”, como ficaria conhecido, regressou à América. O presidente Woodrow Wilson, profundamente preocupado com o desenrolar dos acontecimentos político-militares, convida-nos para um entendimento com vistas à transformação da Ford em fábrica de armas, capacetes e todo arsenal exigido pelo esforço de guerra a que provavelmente o EEUU teriam de proceder.

Relutamos em aceitar a proposta do governo. Nossa filosofia pacifista nos levava a repudiar a guerra e optar pela neutralidade. Em 1917, porém, os tentáculos do polvo  da guerra chegaram aos EEUU. A guerra agora estava dentro de casa! A nação declara guerra à Alemanha e às potências aliadas. Não há como fugir à realidade. Com profundo pesar, chorando aas escondidas, somente sob as vistas do Senhor, aderimos ao esforço de guerra. Era a dura realidade: não mais fabricávamos, durante um tempo imprevisível, automóveis e caminhões. Estávamos em guerra. Confessamos aos meus bondosos amigos brasileiros que aqueles momentos foram terríveis para o nosso coração. Ao invés de carros de passeio para a alegria das famílias, passaríamos a fabricar armas para matar, e matar os homens e suas famílias! Como aceitar isto? Só Deus sabe avaliar o quanto sofremos diante desse novo quadro, para nós absolutamente inaceitável!

Nesse ano, fundamos a Escola Industrial “Henry Ford”. Era uma escola técnica, que se propunha  a  preparar mecânicos profissionais, que se sentissem bem, perfeitamente identificados com as tarefas industriais. Para nós, a mais importante “não é gostar do que faz e sim, fazer o que gosta”. Quem realmente faz aquilo de que gosta, será um autêntico profissional, seja ele medido, lixeiro ou engenheiro, todas atividades dignas.

Em 1943. Morre nosso único filho, Edsel, então Presidente da Organização. Com 82 anos de idade, reassumimos a direção da Ford. Foi este um ano que me deixou profundas cicatrizes no espírito. O País se achava de novo engajado na guerra. Do mesmo modo que Wilson em 1916, Roosevelt solicita nosso apoio. Com o coração sangrando, profundamente triste com o passamento de Edsel e as desagradáveis experiências da I Guerra, éramos novamente surpreendidos com essas indesejáveis calamidades,

E a Ford, sob a minha direção, volta a fabricar armas, aviões, tanques, morteiros, navios, submarinos...

Ford 4-AT-F (EC-RRA) - Fonte: Wikipédia




Que coisa horrível! Parecia que eu nascera sob o signo da Morte... O fato contrariava de novo a nossa filosofia, a nós que pensávamos que o conflito armado de 1914/18, fosse o último! Infelizmente, para a grande mágoa nossa, a Humanidade continuava a mesma: belicosa, ambiciosa, sem evangelho, sem luz, sem Deus, sem amor. Em 1945, desiludido como o soberano que contempla o seu vasto império, já sem forças físicas para sentar-se no trono e sustentar na cabeça a coroa, entregamos a direção da Ford para meu neto, Henry Ford II. Finalmente em 17.04.1947, na mesma fazenda onde nasci, em Dearbom, às 22 horas, desencarnei retornando ao Mundo dos Espíritos. Por incrível coincidência, se é que assim me possa expressar, ocorreu no instante de minha transição um curto circuito nas instalações elétricas da fazenda. A luz apagou. E a mesma candeia, a velha candeia, desusada e atirada a um canto qualquer no porão, foi buscada às pressas e, ajeitado o pavio de azeite, iluminou novamente o meu retorno...

Meus amigos, peço-vos escusas por haver tomado tanto tempo com essa descrição autobiográfica, decerto sem nenhum sentido prático ou interesse para os vossos estudos evangélicos, que é o que nos interessa a todos – a vós outros e a nós também, em particular.

Entrarei agora, após haver usado e abusado de vossa paciência, no mérito do assunto que me traz aqui.

Nesta altura, reporto-me ao objetivo principal da minha visita, anunciado na sessão de 13 do corrente. Desejo dar – e faço com muito amor e sinceridade – a pálida contribuição da minha experiência a todos vós.

Empresário, meu nome pé hoje conhecido em todos os continentes. Não há no mundo quem não saiba que eu existi. E vós outros, meus irmãos em  Cristo, que professais o Espiritismo, sabeis que eu continuo existindo.

Falemos então:

Em 1931, veio-me visitar em meu escritório, em Detroit, nos Estados Unidos, vosso patrício, o ilustre Austregésilo de Athayde, do “O Jornal”, do Rio de Janeiro. S. Excia, no início da entrevista que então lhe concedera em caráter exclusivo no Brasil, se confessa ateísta. Fiz ver a ele que, assim como aceitava, sem havê-las examinado ou pesquisado pessoalmente, as leis c=mecânicas, biológicas e químicas, da mesma forma deveria aceitaras verdades religiosa sobre a existência de Deus e a transmigração de almas, sem procurar a sua própria razão. E dando ênfase ao meu ponto de vista que então esposara e esposo, afirmei categórico:

-Quanto a mim, creio firmemente na sobrevivência  da alma, que é o caráter, o qual passará a outros indivíduos, realizando através de gerações a obra incessante do progresso humano. E aduzi:-Deus está na Consciência do Universo. Nada se perda na natureza. Como acreditar que se perca justamente a parte mais nobre do homem: sua inteligência, seu caráter?

Estas foram as minhas palavras ao vosso enviado especial. No decorrer da entrevista, manifestei-lhe minha simpatia pelo Brasil. E esta simpatia está evidenciada no empreendimento por nós feito às margens do Rio Tapajós, no estado do Pará, em plena selva amazônica. Como sabeis, em 1922 implantamos ali a “Fordilândia”, onde plantamos 800 milhões de seringueiras. Cultivadas por processos modernos, artificiais, não se adaptaram. Submetidas ao sol tropical, sem sobras, as plantas crestaram. Onde hoje a selva cobre de novo, com seu manto verde, está a “Fordilândia” em potencial. Um dia – e será breve – surgirá ali um novo empreendimento, desta vez de ordem espiritual. E não fracassará. A propósito, declarei, ainda  ao Austregésilo, que desde criança, quando estudava geografia, já amava o Brasil. E ajuntei: Vosso País há de liderar o mundo, Quando o Brasil atingir 200 milhões de habitantes, o que em breve se dará, deslocar-se-á o eixo da política Internacional e, então, o domínio do universo passará a outras mãos, conforme a lição permanente da sociologia universal. Amigos, com minha velha experiência, eu vos afirmo, parodiando Rui Barbosa, que declarou: “Não há justiça sem Deus”, eu declaro: “Não há Deus sem justiça”. Onde não houver justiça, não é possível a presença de Deus.

O Brasil tem adotado no âmbito internacional, de par com a diplomacia e tratados, um comportamento justo e humano. Tanto isso é verdade, que o meu candidato à Presidências dos EEUU, senador Robert Kennedy, disse no seu livro “Desafio da América”, à página 181, capítulo 18: “O BRASILEIRO É O ÚNICO POVO DO MUNDO, POR SUAS CARACTERÍSTICAS EMINENTEMENTE CRISTÃS, CAPAZ DE LIDERAR UMA POLÍTICA DE PACIFICAÇÃO UNIVERSAL”.

Sobre o futuro do vosso País, não é preciso dizer mais nada.

Voltando ao assunto, motivo de minha presença, volto a afirmar “-A única lei perpétua é da evolução. O que constituía problemas há cinco, seis mil anos, continuará constituindo problemas.”

Embora conhecedor da Doutrina maravilhosa do Cristianismo, cultivei sempre uma única espécie de ódio: O ÓDIO À OCIOSIDADE. Um dia, ouvindo um pregador protestante na minha terra natal, aos 15 anos de idade, impressionei-me sobremaneira com a parábola dos talentos. Entendi o espírito empresarial do Evangelho. Observei que o homem (o patrão ou dono dos talentos) – no caso a lei divina – não se compadece do preguiçoso, “do servo mal e infiel”, daquele que enterra o talento ao invés de fazê-lo produzir. E no mesmo dia, ouvi de outro pregador o trecho do Sermão da Montanha sobre o Reino dos Céus. “Buscai primeiro o Reino dos Céus e sua Justiça e tudo o mais será vos dado por acréscimo”. Entendi que só se consegue o “reino dos Céus” mediante o trabalho útil. A imagem do “servo mau e preguiçoso” permaneceria na minha mente para sempre...

Adotei  nas minhas empresas esta filosofia prática. Proporcionei todas as oportunidades ao homem digno, trabalhador, honrado; e procurei recuperar o preguiçoso, muitas vezes, sem êxito. Sempre pensei e pus em prática esta orientação, para mim lógica e racional: a verdadeira riqueza não está no dinheiro. Este é um meio e não um fim. Proclamei a boa vontade como a maior força da vida. Sempre busquei converter as ideias em realidade. Não conheci o descanso. Somente descansava no dia do meu aniversário. Era costume familiar. Para mim, lucro não era aquele “superávit” acusado pelos balanços anuais, e sim o maior volume de serviços prestados à coletividade.

Quando da crise de 1929, o meus concorrentes, visando superar a depressão econômica, aumentaram a horas de trabalho e diminuíram os salários de seus operários. Em idênticas circunstâncias, adotamos procedimento diametralmente oposto: diminuímos as horas de trabalho e aumentamos os salários. Por outro lado, fomos os primeiros empresários a dar participação nos lucros da empresa aos nossos colaboradores de todas as categorias, do simples varredor de chão ao engenheiro-chefe de operações. E chegamos a possuir  em atividade 300.000 homens, operários, engenheiros, médicos, advogados, odontólogos, etc. Um verdadeiro exército civil. Resultado: triplicamos a produção em série e ganhamos a concorrência universal. Para nós, no íntimo, tanto fazia estarmos fabricando automóveis ou fabricando sabão: o que na realidade fabricávamos era a vida; a vida com amor cristão, com calor humano, solidariedade. Fomos intimoratos, dotados de vontade férrea, soberana e persistente. Arquitetávamos um plano e o desenvolvíamos em todos os seus detalhes, antes de começarmos a executá-lo.

O problema dos transportes foi o que primeiro feriu a nossa inteligência. Observávamos a lentidão do movimento dos transportes a tração animal na fazenda. E desde aquela visão do locomóvel  já descrita, passamos a ver nele o avô do automóvel atual.

 Para encerrar, agradeço-vos a prova de amizade demonstrada, ouvindo-me com tanta atenção e, de joelhos, rogo a Deus que ilumine meu espírito e a vós também, tornando-me cada vez mais humilde, a fim de que eu possa merecer a graça de voltar a falar convosco em outras oportunidades, aprendendo as vossas lições de amor, equilíbrio, bom senso e caridade.

Que o meu exemplo pessoal, aqui transmitido sem afetação, mas com um único e sincero desejo de colaborar na tarefa do levantamento dos valores psíquicos de nossos irmãos, lhes sirvam de algum modo e que todos se certifiquem de que o maior título que possuo na Espiritualidade, depois de tudo o que consegui realizar com ajuda de milhares de pessoas, é o de operário, aliás,  o mesmo título do carpinteiro de Nazaré.

Paz e Luz! Trabalho e Amor!

 

Henry Ford

 

(Psicografia de José jacinto de Alcântara-22.02.1974-Belo Horizonte-MG)

Agradecemos muito à família do senhor José Jacinto de Alcântara, já desencarnado , que gentilmente autorizou o uso desta psicografia em nosso blog.